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VALORIZAÇÃO

Fundação Cultural estuda edital para criar projeto arquitetônico no Marco Zero de Imperatriz

Medida visa fomentar economia e turismo local, além de valorizar a história da cidade

Publicado em: 21/07/2021 por Rafael Pestana

Fundação Cultural de Imperatriz

Fundação Cultural estuda edital para criar projeto arquitetônico no Marco Zero de Imperatriz

A comissão organizada pela FCI é formada por membros do poder Executivo e Judiciário, além de representantes da sociedade civil. (Foto: Assessoria)

Na manhã desta quarta-feira, 21 de julho, o presidente da Fundação Cultural de Imperatriz, FCI, Paulinho Lobão, juntamente com uma comissão formada por representantes da Câmara Municipal e da Academia de Letras, visitou a praça da Meteorologia. Estiveram presentes o vereador Adhemar Freitas Jr, o escritor e professor Ribamar Silva, o advogado Juscelino Pereira, a professora, arquiteta e urbanista Tereza Cristina e o escritor Trajano Neto. 

O objetivo do encontro é criar um edital público para escolher um desenho arquitetônico visando ilustrar o Marco Zero de Imperatriz. A área fica localizada na Rua 15 de Novembro e no passado recebia festividades religiosas e culturais. Foi a primeira via da cidade, onde era também conhecida como Largo da Matriz, quando Frei Manoel Procópio fundou a então Vila Nova de Imperatriz e inaugurou a capela de Santa Tereza D'ávilla.

Após levantamento das primeiras sugestões e analise do local, a comissão voltará a se reunir, para apresentar aos poderes Executivo e Legislativo, uma minuta do edital público, contendo os critérios técnicos que vão nortear essa grande iniciativa. A ação, além de servir para valorizar um importante símbolo da história de Imperatriz, também atuará no fomento à economia e turismo local.

Paulinho Lobão reforça que, “a intenção é resgatar esse marco importante do surgimento da nossa cidade, que acredito que boa parte da população, principalmente as crianças e os mais jovens, desconhecem. Temos que resgatar e trazer as pessoas a conhecer os pontos turísticos daqui e o marco zero faz parte desse processo, pois movimenta também a economia local e o sentimento pelas nossas coisas. A Fundação tem essa meta de levar cultura para todos e a renda para quem precisa”.

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