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Planejamento e organização financeira são essenciais para evitar endividamento

O principal risco do acúmulo de dívidas está na inadimplência

Publicado em: 12/01/2021 por Ariel Rocha

Secretaria de Planejamento, Fazenda e Gestão Orçamentária

Planejamento e organização financeira são essenciais para evitar endividamento

Cidadãos endividados podem aproveitar os eventos que as Associações Comerciais, assim como instituições públicas e privadas, fazem para oportunizar a renegociações de dívidas. (Foto: Edmara Silva)

Com início de ano, surgem despesas típicas dos primeiros meses, como por exemplo, material escolar, taxas e impostos, além das contas que não foram quitadas no ano anterior. É importante planejar gastos e organizar a vida financeira, para assim evitar inadimplência e o endividamento. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, Peic, de dezembro de 2020, 66,3% dos consumidores estão endividados.

Há várias causas que levam uma pessoa a chegar nessa situação, entre elas estão o consumo que ultrapasse a renda, atingir o limite do cartão de crédito e pagar apenas o mínimo da fatura, emprestar o cheque especial ou cartão para terceiros. Também existe a ausência da educação financeira, que acarreta na pouca noção do quanto se ganha e gasta, assim como na falta de planejamento e organização.

O economista e também auditor fiscal do município, Paulo Menis, explica que o principal risco do acúmulo de dívidas está na inadimplência. O inadimplente tem seu nome lançado no Serviço de Proteção ao Crédito, o famoso SPC, que é um cadastro consultado antes de se realizar operações financeiras. “O mercado só oferece crédito para quem pode pagar. Quem não pode, entra num círculo vicioso de primeiro optar por não pagar algumas contas e depois não conseguir mesmo. Isso leva ao cadastro de mal pagadores e SPC”, disse.

Está com nome sujo e pretende recuperar o crédito na praça em 2021? Para isso, o economista recomenda a elaboração de uma estratégia que englobe primeiramente parar o aumento do endividamento. “Um dos principais conselhos é gastar somente aquilo que está dentro do orçamento e abrir mão de despesas desnecessárias. Também renegociar as dívidas, com prestações que caibam dentro do planejamento financeiro, junto com as instituições ou órgãos”, explica.

Os cidadãos endividados podem aproveitar os eventos que as Associações Comerciais, assim como instituições públicas e privadas, fazem para oportunizar a renegociações de dívidas. Feirões de negociação oferecem redução nos valores dos juros, correção e diferentes formas de pagamento.

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